Esse blog tá parado por puro desleixo, e a culpa me carrega há algum tempo.
Estivemos em PoA, SP, Gramado e Floripa e nada, nada de comentar por aqui.
Fiz um texto, a pedido de uma amiga, sobre Floripa e decidi compartilhar, pra tentar compensar a ausência. Vou tentar fazer o mesmo dos outros lugares. Mesmo que vago, é melhor que nada.
Estive em Floripa por uma semana, entre 08 e 16 de dezembro. A passagem foi comprada numa promoção (ou seria erro?) da TAM meses antes. Cerca de um mês antes da viagem, pesquisei hotéis, mas em o afinco de sempre, conferindo mapas, localidades e dicas em blogs (o melhor guia de viagem ever, na minha opinião, já que apresentam dicas mais realistas dos lugares).
Primeira coisa, hotel. Aliás, segunda. Primeiro é a passagem, claro.
Para escolher o hotel, primeiro é bom ter em mente a região que se quer ficar. Quase que geralmente, recomendo que o ideal seja ficar no Centro da cidade, de qualquer cidade. O Centro costuma oferecer opções de transporte, programação cultural, de restaurantes, bares e, muito importante, bons preços. Melhor custo benefício. Ficar em bairro é para quem já conhece o lugar e sabe que vai preferir circular especificamente por aquela região. Salvo isto, pesquise se o Centro da cidade que vai visitar é deserto ou perigoso a noite e aos finais de semana. No geral são ok (já me hospedei no Centro de Montevideo, Buenos Aires, PoA, Campinas, SP, Curitiba...). Sou boa em pesquisas de bairros e “o que fazer”, mas confesso que em Floripa vacilei. Por falta de tempo de mapear a ilha nas opções de meu gosto, fechei uma pousada na Praia dos Ingleses, ao norte (bem norte) da Ilha. Não que a praia não seja agradável – pelo contrário, foi a nossa favorita depois de visitar outras tantas – mas tudo depende do clima que você deseja. E para uma semana, não era o que pretendíamos.
Vamos falar da Ilha. Florianópolis é uma cidade enorme, e tem seus bairros ligados por rodovias, o que faz com que eles pareçam ser várias cidades independentes, com características bem particulares. Ingleses é como que uma Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Comércio praiano, simples, restaurantes idem, muitas opções de frutos de mar, uma ou outra pizzaria. Ali perto, também ao norte, tem a praia de Jurerê e Jurerê internacional – algo como uma Buzios muito mais rica e glamourosa, além de cara. Vale o passeio para conhecer as milhares de casas rycas e lindíssimas, além de um mergulho e talvez um almoço ou happy hour. Mas é cara e clima de gente bonita e bronzeada, azaração e paquera, juventude sarada. Tô fora (ai meus 17 anos!). Santinho tem um resort fodão premiado, e uma praia bem agradável, que me lembrou Brighton (sul da Inglaterra). Pheena eu! Também ao norte, perto de Sambaqui, tem Santo Antônio de Lisboa, lugar bucólico de casinhas lindas e ótimos restaurantes (alguns bem bacanões, com varanda na areia).
Na minha humilde opinião, o norte é pra você chegar e entrar no clima (leia-se ficar por lá) ou visitar em um ou dois dias e that’s it. A ilha é MUITO grande, e todo e qualquer trajeto leva quilômetros até o seu destino (o GPS que o diga), o que torna os passeios um tanto cansativos. Preferiria ter ouvido uma amiga que teve um namorado por lá e frequentou bastante – e ter ficado no sul.
É importante chegar e logo alugar um carro, já que transporte público lá é bem difícil e leva décadas pra passar, além dos longos trajetos a serem percorridos. No aeroporto mesmo tem algumas das empresas mais conhecidas, e é possível negociar e fechar com a melhor oportunidade. Alugamos um gol com ar e direção hidráulica na Localiza pelo preço de carro simples. Ela também parcela em até 10x. Outra dica importante é pegar a diária com quilometragem livre, visto que são longas viagens diárias de passeios.
A ilha é bem cara no geral, tal qual a nossa Cidade Maravilhosa, principalmente para comer e beber. Estacionamentos de shopping são mais baratos que aqui(estive em todos eles pois choveu grande parte do tempo em que estivemos por lá), além de algumas lojinhas de roupas e restaurantes de bairro (achei uma loja de jaquetas e casacos de couro em Ingleses com boa variedade de modelos e cores e bons preços, que ainda parcelava em até 6x).
Floripa é a terra das “sequências de camarão” e das ostras. É imperdível e obrigatório para quem estiver por lá provar dessas duas maravilhas. Eu nem curto ostras, mas durante nossa melhor refeição na viagem, no Ostradamus – restaurante em Ribeirão da Ilha (bairro gracinha com clima de Paraty, no sul, perto de Pântano do Sul) que conhecemos num programa de TV aberta e que recomendamos MUITO. Vale cada centavo (e foram MUITOS centavos pagos, rs). Fica na beira da praia, tem um deck que vai até o mar e as gaivotas ficam rondando, a espera de restos de camarão. Pra quem tá no norte, parece que não chega NUNCA (e dá-lhe quilometragem).
Em toda e qualquer viagem curto conhecer o supermercado local e farmácias. Sempre tem algo de bem diferente que vale agregar as nossas vidas. Um drink, um petisco, sei lá. Fora que é legal também pra ter no quarto, caso acorde tarde pro café ou tenha preguiça de sair para comer a noite, pós morgação de volta da praia. Fomos em mercadinhos locais e no Angeloni, uma big rede. Nada demais chamou atenção, mas já a rede de farmácias gaúcha Panvel me fez gastar boa meia hora com suas milhões de opções de hidratantes, sabonetes, body splashes e afins. Vale a pena.
Daí voltamos pro começo. Depois de escolher onde ficar, para fechar hotel, diante da minha vastíssima experiência de viajante (rsrs), recomendo o booking.com, de olhos fechados. Sempre consulto por lá e vou no site do hotel e, em 110% das vezes o booking me apresentou preços melhores. O hotel 3 estrelas com piscina, wi-fi e café que ficamos tinha diária de balcão por aproximadamente R$500 reais. Conseguimos fechar 8 dias por menos de R$1000! Isso em alta temporada. Em Bs As consegui um 4 estrelas no Centro também por uma pechincha.
Ah, quase esqueci! A Lagoa da Conceição é um lugar imperdível! Recomendo até ficar por lá. Lugar liiindo, cheio de lojinhas de artesanato e de moda super in, além de pubs, cafés e, na avenida das Rendeiras, que beira a Lagoa, dezenas de restaurantes de sequência de camarão. Bairro jovem, a juventude está por todos os lados.
Ah, quase esqueci! A Lagoa da Conceição é um lugar imperdível! Recomendo até ficar por lá. Lugar liiindo, cheio de lojinhas de artesanato e de moda super in, além de pubs, cafés e, na avenida das Rendeiras, que beira a Lagoa, dezenas de restaurantes de sequência de camarão. Bairro jovem, a juventude está por todos os lados.
Outra coisa interessante de Floripa é a quantidade de restaurantes japa da ilha. Só de passagem de um extremo ao outro você se depara com dezenas! E a grande maioria é bem bacaninha, dá vontade de experimentar.
Enfim. That’s all, folks. Não reli o texto por falta de tempo e alguma preguiça, logo perdoem-me se por ventura tiver algum erro.
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