quinta-feira, 10 de março de 2011

Passeio de trem pela serra do mar (Morretes + Antonina)

O fim de noite ontem foi a base de tv e keep cooler. Dormimos cedo, porque a terça-feira seria cheia.
Acordamos as seis e meia, tomamos café e a van da agência foi nos buscar. Fomos com um grupo para a rodoferroviária, ali pertinho do hotel, para pegar o trem que nos levaria até a Serra do Mar, à cidade de Morretes. A viagem é guiada, e são contados todos os detalhes daquela via e a história local. Bem legal. É longa, leva três horas e meia, e o trem para algumas vezes para podermos atentar a certos lugares. Fora que a velocidade máxima do trem é tartaruga, então fica um tanto cansativo, mas vale a pena.
Chegamos em Morretes e fomos almoçar a famosa Barreada, uma carne de segunda bem temperada cozida por 12 horas numa panela de barro. O resultado é que ela fica desmanchando. Uma delícia, mas pesado, dá um suadouro. Engraçado é que todos os restaurantes locais servem ela com "rodízio de frutos do mar", que nada mais é que pedaços de filé de peixe, camarões fritos, e um molho de camarão para o peixe. Então tá. Gostoso, mas menos pomposo do que parece.
De lá fomos dar umas voltas na cidade, que é produtora de cachaça, banana e aipim. Então era um tal de banana passa, cachaça de banana, aipim e banana chips, licor de banana... Compramos de tudo um pouco :)
De volta pra van, seguimos para Antonina, e cidade vizinha. Também gracinha, casarões antigos e lindos, tudo muito bem cuidado e colorido.
Na volta passaríamos em um mirante, mas estava com bastante neblina e chovendo, e a barreada derrubou a todos. Fomos morgar no hotel, e mais tarde saímos com um amigo do Luis para um pub, o Sherindan's. Descobrimos que é do mesmo dono do Mustang Sally, que tem mais outra lanchonete 50' no mesmo formato, além de um restaurante mexicano.
Os rapazes ficaram nas cervejas artesanais, eu fiquei na caipirinha. Pedimos uma carne deliciosa com cogumelos, cenoura e cebola ao molho teriaki. Bom que a noite começou cedo, e meia noite já estávamos na cama, assistindo ao desfile das escolas do Rio.
Quarta foi dia de acordar em cima da hora, fechar a mala e rumar para o aeroporto.
Só lamento não ter encontrado comércio algum (incluindo shoppings) aberto nem um único dia do carnaval. Na própria quarta percebi que mesmo depois de meio dia muitas lojas ainda estavam fechadas. E a cidade cheia, com hotéis lotados, ou seja, bobearam. Mas recomendo Curitiba e pretendo voltar lá. Custo de vida bem mais em conta que o Rio, aluguéis mais baratos, comida idem, boa oferta de empregos, frio o ano todo e qualidade de vida.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Igreja Ucraniana
Jardim Botânico

James + turistando em Curitiba

Então, o James é uma graça. embaixo tem a pista, de um lado, subindo uma escada, tem um fumódromo. Entrando na casa, por outro lado, outra escada e um bar super bonitinho, com dois sofás de veludo, algumas mesinhas e cadeiras. uma boa opção de comidinhas e bebidas no bar, de cervejas a drinks, passando por chás e cafés. O melhor é o preço, as vezes risível de tão em conta se comparado aos valores abusivos em casas noturnas do Rio. Adoro a minha Casa da Matriz, mas ela tá super caída, fedida, sem opções de comidas e com as bebidas muito mais caras. É foda ver como os restaurantes daqui são bem mais baratos. O top é o elogiado Madalosso, que custa meros R$29,90 no rodizio de massas e carnes, com petiscos na mesa.
Na segunda de carnaval acordei morta, e enrolei pra sair. A tarde fomos passear com o ônibus turístico da cidade, que passa por diversos pontos, podendo parar e voltar a ingressar em outro ônibus, com horários fixos, marcados nos pontos. Bem legal, como o de Buenos Aires ou Londres. O Rio precisa de um serviço assim.
Descemos em Santa Felicidade, o bairro italiano, para procurar um lugar pra almoçar, mas voltou a sina das cozinhas fechadas. O único lugar que achamos aberto as 16hs da tarde foi o Madalosso velho. Muita comida, garrafa de vinho, e fila de ônibus, que estava lotado e demorado nessa segunda-feira de carnaval.
Finalmente pegamos o bus e descemos no ponto seguinte ao nosso para buscar um supermercado. Compramos iogurtes, águas de sabores e keep cooler, já que hoje é dia de dormir cedo e teremos horas de preguiça no hotel.
Agora rola o desfile das escolas do Rio, mas só porque o Luis quer, por mim tá ótimo esse carnaval zero samba de Curitiba. Até agora, nada na cidade lembrou a época do ano. Nem um enfeite, bloco, samba, nada. Ainda bem.

domingo, 6 de março de 2011

Curitiba, domingo de carnaval

Acordamos cedo para o café da manhã do hotel e fomos passear na feirinha dominical do centro, largo da Ordem. Bem grande, pega dezenas de ruas e tem milhares de barraquinhas com artesanatos, roupinhas e comidas. Paramos no memorial de Curitiba, uma construção enorme e moderna, com paredes de vidro, pé direito enorme e artes pelas paredes. O espaço de três andares conta com várias escadas de ferro geométricas, que rendem uma bela vista. Subimos para ver a expo permanente da cidade, com fotos enormes ilustrando o crescimento de Curitiba. No primeiro andar, exposição de um cara (não lembro o nome) com imagens de uns 50, 60 anos pra cá. O interessante é um riozinho que passa no meio do lugar, uma instalação que terminei não lendo a respeito.
Andamos mais pela feirinha, e mais a frente nos deparamos com o museu paranaense. Adoro museus! Entramos e demos uma volta pelo casarão enorme, com objetos indígenas, quadros de personalidades dos séculos passado e retrasado, móveis, canhões de guerra, e utensílios dos diversos imigrantes (italianos, japoneses, poloneses, ucranianos...) que aqui aportaram.
Buscamos um lugar pra comer, e como recomendado, paramos no interessante bar do alemão. Luis tomou alguns submarinos (chopp com steinhaeger e variações como com energético, jagermeister...). Pedimos uma porção mixta de salsichas branca e vermelha e uma broa com carne de onça e hering, ou seja, um quibe cru com peixe cru, tudo bem temperadinho, com salada de beringela. Não é um sanduiche, o prato vem montado com a broa embaixo e tudo arrumado em cima. Bem gostoso e leve. 
De lá, viemos descansar no hotel pra uma noitada no James. Vamos ver.

Curitiba no carnaval

E como um bom blog de viagens que se preze não pode ficar parado, saímos em mais uma aventura, desta vez durante o carnaval 2011.
Fugidos dos blocos que impossibilitam a vida no Rio durante a folia de momo (que saudade tenho da época que o carnaval no Rio era desconto em cinemas e restaurantes), viemos parar na cidade anti-carnaval por excelência: a fria Curitiba.
Minha primeira vez na cidade, na qual quase vim morar em 2000. E posso dizer, não teria me arrependido.

--x--

luis começou, foi tomar banho, e juliana retoma.

entoncis, fugimos do carnaval carioca, de chuva, tumulto, banheiros quimicos, pessoas sem noção que não fecham portas de banheiros quimicos, que fazem suas necessidades pelas ruas e praias sem nenhum puder. cá estamos em curitiba, graças a uma promo da tam, na qual buscamos qualquer lugar - Brasil e américa do sul - com passagens baratas.
Viemos no vôo de meio dia e meia, coisa rápida, duas horas (com pequeno atraso) chegamos. pegar mala (encharcada da chuva do rio) e ver qual a melhor e mais econômica forma de chegar ao hotel. descobrimos um "frescão" (clássico do rio, bus de melhor qualidade) que ia até o centro. Oito reais. Pegamos. O ônibus tinha ponto na rodoviária, e de lá pegamos um taxi.
Descobri um hotel super em conta com wireless, café da manhã, frigobar e tv a cabo, bem bonitinho, Lumini.
Marcamos um passeio de trem e um "Curitiba by night" pelos principais pontos turisticos a noite e jantar no clássico "Madalossa" velho, uma espécie de rodízio all inclusive. Antes ainda rolou uma visita à vinicula Durigan, no bairro de Santa Felicidade, com espumantes, vinhos e grappas delicia, além de frios, doces e conservas. Fizemos degustação de várias bebidas, e trouxemos um licor de grappa e uma picanha defumada que é o que há de delicia.
Na volta passamos pelo batel, bairro bacana com bares e restaurantes. Puta vontade de ficar por lá mas, com sacolas e cansaço, melhor vir descansar no hotel.