segunda-feira, 7 de março de 2011

James + turistando em Curitiba

Então, o James é uma graça. embaixo tem a pista, de um lado, subindo uma escada, tem um fumódromo. Entrando na casa, por outro lado, outra escada e um bar super bonitinho, com dois sofás de veludo, algumas mesinhas e cadeiras. uma boa opção de comidinhas e bebidas no bar, de cervejas a drinks, passando por chás e cafés. O melhor é o preço, as vezes risível de tão em conta se comparado aos valores abusivos em casas noturnas do Rio. Adoro a minha Casa da Matriz, mas ela tá super caída, fedida, sem opções de comidas e com as bebidas muito mais caras. É foda ver como os restaurantes daqui são bem mais baratos. O top é o elogiado Madalosso, que custa meros R$29,90 no rodizio de massas e carnes, com petiscos na mesa.
Na segunda de carnaval acordei morta, e enrolei pra sair. A tarde fomos passear com o ônibus turístico da cidade, que passa por diversos pontos, podendo parar e voltar a ingressar em outro ônibus, com horários fixos, marcados nos pontos. Bem legal, como o de Buenos Aires ou Londres. O Rio precisa de um serviço assim.
Descemos em Santa Felicidade, o bairro italiano, para procurar um lugar pra almoçar, mas voltou a sina das cozinhas fechadas. O único lugar que achamos aberto as 16hs da tarde foi o Madalosso velho. Muita comida, garrafa de vinho, e fila de ônibus, que estava lotado e demorado nessa segunda-feira de carnaval.
Finalmente pegamos o bus e descemos no ponto seguinte ao nosso para buscar um supermercado. Compramos iogurtes, águas de sabores e keep cooler, já que hoje é dia de dormir cedo e teremos horas de preguiça no hotel.
Agora rola o desfile das escolas do Rio, mas só porque o Luis quer, por mim tá ótimo esse carnaval zero samba de Curitiba. Até agora, nada na cidade lembrou a época do ano. Nem um enfeite, bloco, samba, nada. Ainda bem.

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