Acordamos cedo para o café da manhã do hotel e fomos passear na feirinha dominical do centro, largo da Ordem. Bem grande, pega dezenas de ruas e tem milhares de barraquinhas com artesanatos, roupinhas e comidas. Paramos no memorial de Curitiba, uma construção enorme e moderna, com paredes de vidro, pé direito enorme e artes pelas paredes. O espaço de três andares conta com várias escadas de ferro geométricas, que rendem uma bela vista. Subimos para ver a expo permanente da cidade, com fotos enormes ilustrando o crescimento de Curitiba. No primeiro andar, exposição de um cara (não lembro o nome) com imagens de uns 50, 60 anos pra cá. O interessante é um riozinho que passa no meio do lugar, uma instalação que terminei não lendo a respeito.
Andamos mais pela feirinha, e mais a frente nos deparamos com o museu paranaense. Adoro museus! Entramos e demos uma volta pelo casarão enorme, com objetos indígenas, quadros de personalidades dos séculos passado e retrasado, móveis, canhões de guerra, e utensílios dos diversos imigrantes (italianos, japoneses, poloneses, ucranianos...) que aqui aportaram.
Buscamos um lugar pra comer, e como recomendado, paramos no interessante bar do alemão. Luis tomou alguns submarinos (chopp com steinhaeger e variações como com energético, jagermeister...). Pedimos uma porção mixta de salsichas branca e vermelha e uma broa com carne de onça e hering, ou seja, um quibe cru com peixe cru, tudo bem temperadinho, com salada de beringela. Não é um sanduiche, o prato vem montado com a broa embaixo e tudo arrumado em cima. Bem gostoso e leve.
De lá, viemos descansar no hotel pra uma noitada no James. Vamos ver.
Nenhum comentário:
Postar um comentário