quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Pé na estrada que a vida tá muito parada.
Fomos para Campinas, apenas um ponto de partida para a maratona que viria, chamada SWU.
Ainda não registravamos nossas impressões em letras internetais quando nos jogamos para Itu,
afim de acompanhar o festival que trouxe Rage, Kings of Leon, Pixies e Queens of Stone Age, para citar uns poucos.
Mas foi uma viagem até que tranquila.
O complicado foi explicar pro corpo, meio moído por conta de quase uma semana de febre e gripe das fortes,
que lá estava eu, indo em direção a mais perrengue disfarçado de shows de festival.
Pelo menos, diferente de Itu, dessa vez só iríamos nos dois últimos dias de shows,
o que nos deu pelo menos um dia tranquilo em Campinas. O suficiente para batermos uma
perna pela cidade. Perna mesmo, porque estávamos a pé, e o máximo que fizemos foi
dar uma checada em um bar chamado City Bar (estilo botequinho) e provar os famosos bolinhos de bacalhau,
auto-intitulados os melhores do mundo. Ok, são bons. Mas para melhores do mundo ainda falta um bocado.
Saindo do barzinho, é só atravessar a rua e estamos em uma praça, Carlos Gomes, onde acontece uma feirinha
aos sábados e domingos. Várias barraquinhas com artesanato, roupas, cintos e tranqueiras...
Demos uma volta e a Ju anotou mentalmente o que queria levar para, depois, irmos lá buscar.
O resto do sábado transcorreu em compras e encontro de amigos de nossa anfitriã,
primeiro em sua casa, depois na casa de seu namorado (era só atravessar a rua).
Entre cervejas e pizzas, acompanhamos o pouco do SWU que passou na Globo.
Corta para casa, cama e domingo pela manhã, estamos de pé.
É hora de correr na feirinha pegar o que anotamos mentalmente e nos prepararmos para a viagem.
Paulínia não é muito longe de Campinas. Nada longe, na verdade.
Pegamos um ônibus até a rodoviária e de lá outro até o SWU.
Tempo meio fechado, diferente do mormaço de sábado.
Com direito a alguma chuva, chegamos no festival. Se o espaço parecia grande em Itu,
em Paulinia era imenso. Bem maior e espaçado. Se por um lado, não houve apertos,
por outro era preciso andar quilometros de um lugar para o outro. O que só trouxe uma certeza,
seguir à risca o que foi planejado ver em matérias de shows.
Começo debaixo d´água com Is Tropical e !!! (chk chk chk).
A primeira banda tocou para poucas pessoas e de animados apenas eu e mais um cara atrás de mim.
Ótimo porque com plateia vazia, pude ficar bem próximo ao palco.
E assegurar o local para um dos melhores shows do evento, o chk chk chk.
Camadas profissionais de som, reverberando por todos os lados, banda afiada,
vocalista performático, com direito a passeios pelo meio do povo, vindo até o meu lado, praticamente.
Momento "mamãe, apareci no Multishow".
Depois foi uma espera até o Duran Duran e volta para casa, antes mesmo do Lynyrd Skynyrd.
Tudo bem, estava cansado e segunda teria MUITO o que ver. Era preciso recarregar as energias.
***
continua...
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