sábado, 12 de fevereiro de 2011

Palermo

Hoje o café do hotel rolou até mais tarde, uhu! Dormimos um tiquito mais. Daí as andanças começaram mais tarde também. Pegamos o bus de turistas e fomos até Palermo. Começamos o passeio pelo parque 3 de febrero, onde tem os bosques de Palermo. Lindo o parque, parece meio quinta da boa vista, tem o laguinho com os cisnes, pessoas andando de patins... De lá caminhamos até o Jardim Japonês, que é pago (8 pesos per capita) é é lindo também, super bem cuidado, e tinha um festival de comida japa, mas tavam bem salgados os preços. Atravessamos então o parque, para pegar a avenida Libertador (as avenidas daqui são enormes, super extensas), e caminhamos até uma transversal, onde tem a loja da Barbie, minha paixão de infância. A loja é enorme, com várias bonecas em vários estilos, e muitas vestes glamourosas. Tem também mil acessórios para as bonecas e para as garotinhas donas delas, além de roupas infantis, salão de cabeleireiro e uma lanchonete com cup cakes apetitosos, tudo cor de rosa. Um luxo.
Pegamos um taxi e fomos até Palermo Soho, na plaza Serrano, onde tem os mil e um ateliês e lojinhas de designers e estilistas novatos da capital argentina. Muita coisa linda, roupas, acessórios como coisas para cabelo, bolsas, sapatos, bijouterias... além das lojas, tem mil barraquinhas, e ao redor da praça dezenas de bares e restaurantes.
Andamos pela Honduras e paramos na charmosa papelaria Palermo, na loja de discos Miles, que tem uma livraria colada, a Ateneo. Luis achou dezenas de cds que não chegam até o Brasil (vários cds aqui tem um selo "venda permitida em toda a américa do sul exceto Brasil", um troço meio revoltante, até por não sabermos o motivo. então aqui se acha muito cd que nem sonha chegar no Brasil - sim, ele curte ter os cdzinhos físicos). O bairro ainda tem dezenas de galerias com barraquinhas de variedades mil. Achei bolsas de couro super bonitas e bem feitas por volta de 100 reais.
Seguimos então pra Palermo Hollywood, e veio o mesmo problema: a cozinha fecha a tarde, e as seis da tarde ainda não reabriram. Como não comíamos nada desde a manhã, estávamos famintos e cansados, e nada aberto, nem para um lanche. Até que encontramos o Parrilla Don Perez, e uma promoção irresistível: parrilla com 15 cortes (o que inclui intestino, rim, costela de boi e porco, morcilla (o nosso choriço de sangue, que é horroroso, mas aqui, incrível, é uma delícia. esqueça do que é feito, esqueça o que você conhece e prove! eu provei e não me arrependo...), bife de chorizo... além de papas fritas cordobesas (com ovo mexido por cima!) e salada mixta, além da sobremesa a escolher. Tudo isso por meros quarenta reais. Uma loucura. É carne demais, mas o bom é que é só proteína, sem mil carboidratos pra te empanturrar.
Saímos de lá quicando até o metrô. Iamos pegar um taxi, mas aqui temos andado muito para digerir, e é realmente bom pra digestào quando se está empanturrado. Daí no caminho tinha o metrô, o taxi sairia uma fortuna... E a impressão é de um lugar mal cuidado, sujo, feio e velho, mas são várias linhas, nomeadas por letras (de A a E), que cortam a cidade por todos os lados.
Engraçado que tô cansada, mas acostumei a andar muito, dormir relativamente normal e não morro mais de sono e cansaço. Tanto que acho que hoje vai rolar uma noitada de leve de novo, já que amanhã a noite muitos bares não abrem...

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