domingo, 13 de fevereiro de 2011

Uma coisa que posso dizer de BsAs é que não é uma cidade para uma só viagem. E, de cara, posso dizer que conto os dias para ir embora assim como conto os dias para voltar.

Grande como uma São Paulo, me senti meio perdido entre tantas avenidas gigantes, com seis ou mais pistas. Me perdi andando pra caramba para ver depois no mapa que havia caminhado apenas alguns poucos quarteirões até meu destino. Me perdi e me encontrei no metrô mais antigo da América Latina, onde pude passear pouco. E sinto-me cada vez menos conhecedor de uma cidade que se dá o prazer de ser desconhecível na maior parte do tempo. Grande e única, BsAs merece uma vida nela, tantas são as descobertas esquina após esquina.
Quem sabe um dia, não posso me perder por aqui por tempo o suficiente para, enfim, poder me encontrar.
Até lá, ando e ando, sem, no entanto, a cidade me cansar.

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